Encontrei um poema de Eloí Elizabet Bocheco, que expressa o que eu não saberia dizer em
palavras, o sentimento que trago em minha chegada ao mundo dos blogueiros, e ao
assunto desse blog. Crianças. Especificamente uns pequenos que se reúne na
minha igreja e fazem parte de um pequeno ministério de louvor chamado Brilho
Celeste.
O poema é “Posso entrar”?
Então, “pé aqui, pé acolá” vou entrando de
mansinho, sem muitas exigências, e eu pergunto aos navegantes posso entrar?
Posso entrar?
Posso entrar no seu
reino, meu rei?
- Só se ocupar todas
as pausas, reinando
sobre as palavras.
- Posso entrar no seu
reino, meu rei?
- Só se trouxer o livro
de adivinhar canto de
passarinho.
- Posso entrar no seu
reino, meu rei?
- Só se vier pulando
amarelinha e inventando
o caminho.
Pé aqui...
Pé acolá...
Pode entrar!
Posso entrar no seu
reino, meu rei?
- Só se ocupar todas
as pausas, reinando
sobre as palavras.
- Posso entrar no seu
reino, meu rei?
- Só se trouxer o livro
de adivinhar canto de
passarinho.
- Posso entrar no seu
reino, meu rei?
- Só se vier pulando
amarelinha e inventando
o caminho.
Pé aqui...
Pé acolá...
Pode entrar!

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